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Controle de Pragas

Controle de Pragas de Jardim

A ACAIA vem prestando um serviço diferenciado no mercado, empregando os melhores produtos e metodologia para controle de pragas de jardins tais como: cochonilhas, pulgões, fungos e demais espécies que podem agredir as plantas, com produtos eficazes para o ambiente tratado e satisfação de seus clientes.

Oferecemos aos nossos clientes o Controle Integrado de Pragas de Jardim qual envolve uma seleção de métodos de controle e desenvolvimento de critérios que proporcionam resultados favoráveis, com acompanhamento de equipe técnica com formação em engenharia agrônoma.

Conheça as Pragas

Aranha

A aranha provoca acidentes quando comprimida.

Escorpião

Não se deve colocar a mão em buracos no solo.

Lesma

Estes animais costumam aparecer quando o tempo está fresco.

Pombo

Os pombos vivem em quase todos os tipos de ambientes, especialmente onde vive o homem.

Broca

Os insetos se alimentam de madeira e vivem no interior dos móveis.

Barata

Doenças transmitidas e patógenos veiculados.

Formiga

As formigas lava-pés, são freqüentes nos jardins.

Marimbondo

Problemas com Abelhas, Vespas ou Marimbondos contrate um especialista.

Pulgas

Existem cerca de 2.200 diferentes espécies e subespécies distribuídas por todo planeta.

Traça

As traças podem estar silenciosamente destruindo a suas roupas e livros.

Carrapato

Os carrapatos são parasitas externos.

Lacraia

As lacraias possuem veneno, o qual utilizam para paralisar a presa.

Mosca

São pequena e geralmente encontradas na cozinha ou na dispensam.

Roedores

Abrigos, Motores de freezer, geladeira, máquinas.

Caramujo

O caramujo é considerado uma praga urbana, causador de doença.

Cupins

Os cupins de madeira seca são cupins que vivem em madeira.

Lagarta

As lagartas são a fase jovem das borboletas e mariposas.

Mosquito/Pernilongo

São de grande importância na saúde pública, pois podem transmitir doenças.

Morcego

Mamífero pode ser transmissor de raiva, doença fatal inclusive para os seres humanos.

Percevejo

Os percevejos de cama são insetos que se alimentam do sangue de pessoas e animais.

Dedetização / Desinsetização

O que é Dedetização?

Dedetização é uma palavra que significa praticar o ato de detetizar, ou seja, aplicar um inseticida com o objetivo de eliminar uma determinada praga.

No âmbito da etimologia, o termo dedetização consiste em um neologismo, porque o produto aplicado é conhecido como DDT (sigla para Dicloro-Difenil-Tricloroetano). Assim, dedetizar significa usar o DDT para eliminar insetos como moscas, mosquitos e baratas, que podem ser uma ameaça para a saúde humana.

O DDT começou a ficar conhecido durante a Segunda Guerra Mundial, e ganhou mais popularidade depois dos anos 60.

Hoje em dia não é permitido usar o produto químico DDT no Brasil, porque a sua utilização é prejudicial ao meio ambiente e às pessoas. Apesar disso, o termo dedetizar continua sendo usado para descrever o ato de exterminar determinadas pragas usando outros produtos químicos.

Atualmente o termo dedetização é usado muitas vezes como um sinônimo de desinsetização, que significa afastar insetos. A desinsetização é feita por empresas especializadas, que utilizam inseticidas próprios para ambientes urbanos. Entre as várias técnicas de desinsetização, é possível identificar a atomização, termonebulização, aplicação de gel, pulverização e polvilhamento.

Portanto, ao falar que precisamos fazer uma “dedetização” ou de uma “dedetizadora”, o que estamos querendo dizer é “desinsetização” e “desinsetizadora”.

A ACAIA vem prestando um serviço diferenciado no mercado, empregando os melhores produtos e metodologia para que a Desinsetização / Controle de Pragas sejam eficazes para o ambiente tratado e satisfação de seus clientes.

Oferecemos aos nossos clientes o Controle Integrado de Pragas (CIP), qual envolvem uma seleção de métodos de controle e desenvolvimento de critérios que proporcionam resultados favoráveis.

Medidas Preventivas:

As ações preventivas compreendem em trabalhos integrados com ações educacionais em conjunto com o cliente.

Medidas Corretivas:

Já as medidas corretivas por sua vez, compreendem na identificação do problema e metodologias para o controle da infestação, porém é o monitoramento a ação mais significativa dentro do CIP. Por meio dele, é que se definem as melhores ações preventivas, os detalhes das inspeções de controle e das técnicas de tratamento, de equipamentos e de produtos mais eficazes para o conjunto de ocorrências. Por intermédio do monitoramento que se detectam as tendências de focos e danos, calculam-se os custos e os não prejuízos, enfim, é todo o planejamento para um controle de pragas realmente eficaz.

A ACAIA Jamais promove alusão a propriedades de produtos que não estejam comprovadas cientificamente, afirmadas no processo de registro do produto.

A ACAIA trabalha somente com produtos registrados no Ministério da Saúde, promovendo o gerenciamento dos resíduos gerados em suas atividades garantindo o descarte destes em conformidade com a legislação aplicável, especialmente adotando-se a Logística Reversa, com a devolução dos resíduos aos Fornecedores seguindo uma politica de controle do meio ambiente.

Atomização:

Indicado para uma infinidade de aplicações, tais como: desinsetização em geral, controle de pragas, doenças e fertilização foliar, neste procedimento é necessário seguir as medidas de segurança e as orientações para a interdição do local.

Termonebulização:

Especialmente indicado para controle de mosquitos e insetos voadores em geral em grandes áreas, neste procedimento é necessário seguir as medidas de segurança e as orientações para a interdição do local.

Aplicação de gel:

A isca inseticida na formulação GEL aplicada em pontos estratégicos, em locais de abrigo das baratas, formigas, ou próximo a estes. O gel na forma de pequenos pingos é aplicado sob prateleiras, bancadas e mesas, atrás de quadros e painéis, em frestas de portais e rodapés e etc., sem necessidade de interdição.

Não contamina o ambiente com cheiro, vapores e fumaça;
Não precisa afastar pessoas ou animais do local;
Não precisa remover objetos, alimentos e utensílios de cozinha de prateleiras, bancadas, armários, etc;
Não precisa realizar limpeza após a aplicação do gel, a limpeza deve ser feita antes do serviço de desinsetização.

Pulverização / nebulização:

Pulverização e ou micro-pulverização, ou ainda nebulização, esta técnica de aplicação é para a eficácia total do inseticida, variando de acordo com o tipo de inseto que predomine no ambiente, neste procedimento é necessário seguir as medidas de segurança e as orientações para a interdição do local.

Polvilhamento:

O polvilhamento é realizado através da polvilhadeira, que produz corrente de ar lançando o produto.

Desinsetização Veicular

A desinsetização veicular é um processo de prevenção e correção de pragas em veículos, sendo estes de pequeno o grande porte, neste processo os produtos são aplicados em locais estratégicos do veiculo, desalojando e eliminando as pragas e ainda deixando uma ação residual que protegerá o veículo por até 3 (três) meses após a aplicação.

Desratização

A Desratização é um procedimento para o controle dos roedores que varia conforme a espécie que habita o local infestado que podem ser: Ratazanas (Rattus norvegicus), ratos de telhado (Rattus rattus), camundongos (Mus musculus).

Existem outros processos físicos para combater roedores, como iscas adesivas e outros.

Oferecemos aos nossos clientes o Controle Integrado de Pragas (CIP) qual envolvem uma seleção de métodos de controle e desenvolvimento de critérios que proporcionam resultados favoráveis sob o ponto de vista higiênico, ecológico e econômico.

Medidas Preventivas

As ações preventivas compreendem em trabalhos integrados com ações educacionais em conjunto com o cliente.

Medidas Corretivas

Já as medidas corretivas por sua vez, compreendem a instalação de barreiras físicas que impedem o acesso das pragas e o uso de armadilhas, para captura e identificação das espécies infestantes, porém é o monitoramento a ação mais significativa dentro do CIP. Por meio dele, é que se definem as melhores ações preventivas, os detalhes das inspeções de controle e das técnicas de tratamento, de equipamentos e de produtos mais eficazes para o conjunto de ocorrências. Por intermédio do monitoramento que se detectam as tendências de focos e danos, calculam-se os custos e os não prejuízos, enfim, é todo o planejamento para um controle de pragas realmente eficaz.

Descupinização

O Serviço de descupinização consiste em primeiro lugar na identificação de sua espécie para então definir a metodologia a ser aplicada para o controle, pois existem diversas espécies e diferentes métodos.

Portanto ao primeiro sinal de cupins recomenda-se que o tratamento seja rápido detectando a infestação para combater da melhor forma.

Espécies mais comuns

Cupins de madeira seca
Cupim de solo

Brocas de madeira

A ACAIA oferece ainda os seguintes serviços

  • Limpeza de Vias públicas;
  • Limpeza de Calhas / rufos;
  • Limpeza de telhado;
  • Limpeza de fachadas;
  • Limpeza de fossas sépticas;
  • Limpeza de tubulações de pequenos e grandes diâmetros.

DIFERENCIAIS DA ACAIA

Facilitamos o pagamento;
Orçamento e visita técnica sem compromisso;
Todos os serviços com garantia por escrito.

Temos a disposição caminhão combinado (hidrojateamento com vácuo) que agiliza os serviços de Limpeza e Desentupimentos em Geral.

Aranhas

Aranha Armadeira

Classe: Arachnida
Ordem: Araneae
Família: Theridiidae
Nome Científico: Pheneutria nigriventer
Nome vulgar: Aranha armadeira

ABRIGOS

– touceiras de bananeiras
– terrenos baldios
– residências

PREVENÇÃO E CONTROLE

Limpeza periódica do peridomicílio, evitando-se acúmulo de materiais como lenha, tijolos, pedras para evitar alojamento e proliferação de escorpiões. Cuidados de higiene das residências, manejo adequado do lixo, vedação da soleira das portas são medidas gerais auxiliares importantes na prevenção de acidentes por aranhas. O uso de inseticidas no controle desses animais é muito discutido.

Aranha Caranguejeira

Classe: Arachnida
Ordem: Araneae
Família: Theraphosidae
Nome Científico: Acanthoscurria geniculata
Nome vulgar: Caranguejeira

ABRIGOS

– Constroem tocas como refúgios.
– Matas, praias, desertos, etc.

PREVENÇÃO E CONTROLE

– limpeza periódica de terrenos, jardins, quintais, interior das residências (vãos, cantos, forros, porões e etc.).

Aranha de Jardim

Classe: Arachnida
Ordem: Araneae
Família: Lycosidae
Nome Científico: Lycosa erythrognatha
Nome vulgar: Aranha de jardim, aranha de grama, aranha lobo ou tarântula

ABRIGOS

– Gramados, embaixo de folhas. Seus ninhos são construídos unindo-se folhas secas

PREVENÇÃO E CONTROLE

– Manter o gramado sempre podado, não acumular entulhos próximo a residências.

Aranha Marrom

Classe: Arachnida
Ordem: Araneae
Família: Loxoscelidae
Nome vulgar: Aranha marrom

ABRIGOS

– Sob cascas de árvores
– Folhas secas
– Residências (atrás de quadros, móveis, etc.)

PREVENÇÃO E CONTROLE

A aranha provoca acidentes quando comprimida; deste modo, é comum o acidente ocorrer enquanto o individuo está dormindo ou se vestindo, sendo o tronco, abdome, coxa e braço os locais de picada mais comuns. Verificar as roupas e sapatos antes de usá-los, realizar limpeza sistemática da residência,principalmente atrás de móveis, quadros e objetos onde as aranhas possam se esconder. Manter o gramado e jardim limpo e aparado próximo as residências.

Aranha de Teia

Classe: Arachnida
Ordem: Araneae
Família: Araneae
Nome vulgar: Aranha de Teia

ABRIGOS

– Beirais de casa, varandas e matas. Constroem teias grandes e circulares de coloração amarelada.

PREVENÇÃO E CONTROLE

– Limpar teias sempre que visualiza-las nos beiras de casas e nas plantas próximo as residências

Aranha Viúva Negra

Classe: Arachnida
Ordem: Araneae
Família: Therididade
Nome vulgar: Viúva-negra

ABRIGOS

– Jardins, beirais de casas, etc.

PREVENÇÃO E CONTROLE

– Limpeza periódica de terrenos, jardins, quintais, interior das residências (vãos, cantos, forros, porões e etc.).
– Inspeção das vestimentas (roupas e calçados) antes de usá-los

Baratas

Barata Alemã

Classe: Insecta
Ordem: Dictyoptera
Família: Blattidae
Nome científico: Blattella germanica
Nome vulgar: Barata alemã de cozinha

ABRIGOS

– Depósitos de alimentos e embalagens;
– Fornos, estufas, geladeiras, freezers, coifas, motores elétricos;
– Dutos de eletricidade;
– Sob pias e bancadas;
– Frestas na alvenaria;
– Gabinetes e armários embutidos;
– Divisórias.

PREVENÇÃO

– Vedação de frestas;
– Utilização de ralos protetores;
– Guardar alimentos em recipientes fechados;
– Inspecionar a entrada de materiais;
– Manter limpo os recintos;
– Remoção de resíduos de bancadas, masseiras, espremedores, fogões, coifas e outros equipamentos.

DOENÇAS TRANSMITIDAS E PATÓGENOS VEICULADOS:

– Bactérias;
– Vírus;
– Esporos de fungos;
– Alergias;
– Salmonella;
– Diarréia;
– Desinteria.

Barata de Esgoto

Ordem: Dictyoptera
Família: Blattidae
Nome científico: Periplaneta americana
Nome vulgar: Barata de esgoto, cascuda

ABRIGOS

– Caixas de telefonia e eletricidade;
– Forros e sótãos;
– Garagens, depósitos, lavanderias e áreas de serviço;
– Caixas de inspeção, esgoto;
– Base dos guarda-roupas e maleiros;
– Armários e gabinetes em cozinhas e sanitários;
– Rede hidráulica (pias e sanitários);
– Materiais acumulados;
– Jardins e canteiros.

PREVENÇÃO

– Utilização de ralos protetores;
– Evitar acúmulo de materiais;
– Manter jardins e canteiros conservados;
– Inspecionar a entrada de materiais;
– Manter limpo os ambientes.

DOENÇAS TRANSMITIDAS E PATÓGENOS VEICULADOS:

– Bactérias;
– Vírus;
– Esporos de fungos;
– Alergias;
– Salmonella;
– Diarréia;
– Desinteria.

Barata Nua

Essa barata se abriga em locais escuros e úmidos. Tem a capacidade de adaptação e locomoção menor do que as outras espécies de baratas. É encontrada também em locais que possuem resíduos orgânicos em decomposição.

Tamanho: 2 a 2,7 cm de comprimento
Cor: marrom escura
Reino: Animalia
Ordem: Blattaria
Classe: Insecta
Espécie: Blatta orientalis
Família: Blattidae
Filo: Arthropoda

DIETA

Essa espécie de barata se nutre de resíduos orgânicos em decomposição.

HABITAT

É comumente entrada em lixeiras e ruas.

IMPACTO

A barata nua é vetor mecânico de doenças gastrointestinais que afetam os seres humanos.

PREVENÇÃO

Evitar acesso e meios de alimentação para a barata, proteção de ralos e tubulações, encobrir os acessos como frestas e buracos.

Carrapato

Carrapato Estrela e Marrom

Classe: Arachnida
Ordem: Acarina
Nome científico: vários
Nome vulgar: carrapato, carrapato estrela, carrapato do cão, carrapato do cavalo, micuim.

Os carrapatos são parasitas externos (ectoparasitas) de animais domésticos, silvestres e do homem. Atualmente, são conhecidas cerca de 800 espécies de carrapatos em todo o mundo parasitando mamíferos, aves, répteis ou anfíbios. São considerados como de grande importância pelo papel que desempenham como vetores de microrganismos patogênicos incluindo bactérias, protozoários, rickétsias, vírus, etc; e pelos danos diretos ou indiretos causados em decorrência do seu parasitismo.

Os carrapatos estão classificados em duas famílias: Ixodidae e Argasidae. Os ixodideos, freqüentemente denominados “carrapatos duros”, apresentam um escudo rígido, quitinoso, que cobre toda a face dorsal do macho adulto. Na larva, ninfa e fêmea adulta, estende-se apenas em uma pequena área, permitindo a dilatação do abdome após a alimentação. Todos os estágios fixam-se em seus hospedeiros por um tempo relativamente longo para alimentar-se. Neste grupo estão incluídos a maioria dos carrapatos de interesse médico-veterinário.

Os argasídeos, também conhecidos como “carrapatos moles”, recebem esta denominação porque não possuem escudo. Nesta família estão os carrapatos de aves e os “carrapatos de cão”.

ABRIGOS

Nos animais, vegetação e frestas em paredes e muros

PREVENÇÃO

Dependem do tipo da fase do carrapato e do local onde se encontram estes ectoparasitas. A higiene e o monitoramento dos locais onde os carrapatos podem ser encontrados é sempre importante.

Manter o gramado ou mato aparado próximo aos locais de criação dos animais e áreas de circulação do homem expõe os ínstares que estão presentes no ambiente a condições adversas levando estas fases à morte principalmente por desidratação, além de impedir que roedores que servem como hospedeiros intermediários escondam-se ali.

Em áreas infestadas por carrapatos, como gramado ou pastos, evitar sentar no solo e expor partes do corpo desprotegidas à vegetação. Ao entrar nestes locais, utilizar roupas claras que facilitam a visualização dos ectoparasitas.

DOENÇAS TRANSMITIDAS E PATÓGENOS VEICULADOS:

– Bactérias
– Protozoários
– Vírus
– Febre Maculosa
– Doença de Lyme

MÉTODOS DE CONTROLE

No mercado existem muitos produtos de uso veterinário, de diferentes grupos químicos, para o combate destes ectoparasitas. A implementação de estratégias de controle dos carrapatos são inerentes a espécie e a região onde se encontram. Medidas de controle dependem de fatores biológicos e epidemiológicos e devem ser estabelecidas por profissional especializado.

Cupins

Cupim de Madeira Seca

Ordem: Isoptera
Família: Kalotermitidae
Nome vulgar: Cupim de madeira seca

Os cupins de madeira seca são cupins que vivem em madeira com relativamente baixo teor de umidade. A própria madeira e o ambiente em que vivem provêem a umidade que necessitam para sobreviver.

Quando infestam peças que são móveis, o ataque é discreto, podendo formar colônias completas no interior da peça, mesmo as de menor tamanho. Esta capacidade de habitar peças facilmente transportáveis, sem apresentar sinais externos de ataque, favorece sua dispersão quando as peças são transportadas.

PREVENÇÃO

– Uso de madeiras tratadas durante a construção do imóvel ou montagem dos móveis

– Colocação de telas (20 mesh) para prevenir a entrada de alados nas áreas internas da estrutura

– Proteção da superfície exterior das madeiras com tintas, vernizes ou outras coberturas apropriadas, com o objetivo de tapar frestas e rachaduras onde os cupins possam se alojar.

– Aplicar produto para controle de cupim em todas as superfícies não acabadas dos móveis (entenda por superfície não acabada aquelas que não tem tinta ou verniz – como por exemplo, a parte de baixo e de trás dos móveis, gavetas, etc.), assim como as juntas nas madeiras, seguindo sempre as instruções de uso.

– Inspeções periódicas em armários, madeiramento do telhado e outras estruturas;

– Não transportar móveis e objetos infestados.

Cupim Subterrâneo

Ordem: Isoptera
Família: Rhinotermitidae
Nome vulgar: Cupim subterrâneo

Os cupins subterrâneos são assim denominados por construírem seus ninhos no solo. Ele também faz seus ninhos em vãos estruturais, como: caixões perdidos em edifícios, vãos entre lajes, paredes duplas, ou qualquer outro espaço confinado que exista em uma estrutura.

O sinal típico de ataque dos cupins subterrâneos são os caminhos (túneis) que eles fazem sobre a alvenaria ou outro material. Feitos de terra, fezes e saliva, estes cupins constroem verdadeiros túneis que os protegem de predadores, perda de água, e outros contratempos. Arraste a estante e verifique se na parede não existem estes túneis. Se não tiver, seu móvel está infestado por cupim de madeira seca, bem mais fácil de tratar.

PREVENÇÃO/MÉTODOS DE CONTROLE

O controle deste tipo de cupim é difícil e complicado, uma vez que seus ninhos nem sempre se encontram nos locais de ataque. Estes ninhos ou colônias podem estar a metros de distância da área atacada.

Devido a este comportamento, o controle torna-se difícil, não sendo recomendado que se aplique qualquer produto, pois a infestação tende a se espalhar pela área.

Se confirmar que o cupim é subterrâneo, o trabalho deverá ser feito por empresa profissional, que tem meios e conhecimentos para descobrir os ninhos e fazer o trabalho de controle.

Cupins Arborícolas

Ordem: Nasutitermes
Nome científico: **
Nome vulgar: Cupins Arborícolas

Os cupins genericamente chamados de arborícolas mais comumente encontrados no Brasil são da espécie Nasutitermes e tem distribuição mundial, sendo um dos mais ricos em espécies.

ABRIGOS

Normalmente ocorrem em áreas próximas a matas, cerrados e caatingas e dependendo da espécie constroem também ninhos epígeos (no nível do solo).

Dentro de estruturas, estes cupins atingem vigas internas dos telhados e sótãos. Seus caminhos podem ser vistos pelas paredes e são semelhantes àqueles feitos pelos cupins subterrâneos.

MÉTODOS DE CONTROLE

O controle destes cupins compreende a identificação do local onde os ninhos se encontram e a sua retirada. Muitas vezes os ninhos não estão na residência, podendo se encontrar em alguma árvore na região adjacente à estrutura. Uma barreira química, à semelhança do tratamento dos cupins subterrâneos também pode ser feita, principalmente nos casos em que o comportamento destes cupins é semelhante ao do cupim subterrâneo.

Escorpião

Escorpião Amarelo

Classe: Arachnida
Ordem: Scorpionida
Nome científico: Tytius serrulatus
Nome vulgar: Escorpião amarelo

CURIOSIDADE:

A reprodução dos escorpiões difere quanto ao tipo. No escorpião amarelo ela se dá por partenogênese, isto é, os óvulos se desenvolvem originando um novo indivíduo sem a necessidade de uma fecundação, bastando para isto que a fêmea encontre boas condições de calor e alimentação. Dessa forma, a população de escorpiões amarelos é constituída somente de fêmeas. Esta característica de reprodução faz com que essa espécie seja disseminada com maior facilidade.

ABRIGOS

– atrás de vasos sanitários;
– roupas para lavar/passar;
– batentes de portas;
– tacos soltos;
– dentro de sapatos;
– sob pedras e entulho;
– caixões e túmulos;
– terrenos abandonados e mal cuidados.

PREVENÇÃO E CONTROLE

– Não se deve colocar a mão em buracos no solo, fendas em árvores e sob ninhos de cupim de montículo
– Proporcionar uma adequada conservação dos jardins não acumulando madeiras, telhas e outros materiais.
– Manter sempre um controle de baratas eliminado abrigo e alimento, e quando necessário providenciar o controle químico destes insetos. – Não acumular materiais e restos de construção

– Sacudir roupas e sapatos antes de utilizá-los
– Evitar o acúmulo de madeira para lenha e outros materiais
– Utilização de ralos protetores.

Formiga

Formiga Acrobática

Formiga Doméstica

Classe: Insecta
Ordem: Hymenoptera
Família: Formicidae
Nome vulgar: Formiga acrobata ou acrobática

Essas formigas têm esse nome por terem o hábito de levantar seu abdômen acima de suas cabeças quanto estão alarmadas ou são perturbadas.

Aninham-se geralmente em madeira úmida e são freqüentemente encontradas em varandas. Raramente causam danos estruturais e não alimentam-se de madeira, e sim de outros insetos.

ABRIGOS

– Batentes de portas;
– Janelas;
– Cascas de árvores, etc.

PREVENÇÃO

– Selar orifícios e frestas dentro das residências;
– Manter os alimentos guardados em recipientes bem vedados;
– Manter o ambiente livre de migalhas de alimentos;
– Depositar folhas de louro ou cravo-da-índia, ou casca de tangerina nos locais onde as formigas são indesejáveis. Trocar estes ingredientes a cada duas semanas;

DOENÇAS TRANSMITIDAS E PATÓGENOS VEICULADOS:

– Bactérias;
– Vírus;
– Infecções.

MÉTODOS DE CONTROLE

– Iscas tóxicas e produtos domissanitários sobre os ninhos, quando localizados.

Formiga Lava-Pés

Formiga Doméstica

Classe: Insecta
Ordem: Hymenoptera
Família: Formicidae
Nome científico: Solenopsis spp.
Nome vulgar: Formiga lava-pés

As formigas lava-pés, são freqüentes nos jardins, calçadas e até mesmo dentro de casa. Os ninhos podem ser visualizados após períodos de chuva.

A maioria das pessoas, quando picadas por formigas lava-pés, queixa-se de ardência local seguida de um surgimento de pequena bolha d’água. No entanto, em um número reduzido da população, a picada pode ocasionar um choque anafilático, que além de produzir taquicardia pode levar o acidentado a ter um edema de glote, onde a respiração é dificultada. Nestes casos, se não houver socorro imediato, o indivíduo pode morrer. Essas pessoas são extremamente alérgicas à picada das formigas lava-pés.

DOENÇAS TRANSMITIDAS E PATÓGENOS VEICULADOS:

– Bactérias;
– Vírus;
– Infecções.

ABRIGOS

– Gramados;
– Canteiros;
– Calçadas;
– Jardins;
– Dentro de estruturas humanas.

PREVENÇÃO

Não há como prevenir o aparecimento de formigas lava-pés, uma vez que as rainhas voam para formar novos ninhos.

MÉTODOS DE CONTROLE

O controle é localizado, isto é, faz-se aplicação de produto inseticida ou alternativo diretamente sobre o ninho. Qualquer formicida líquido domissanitário, que tenha registro no Ministério da Saúde, pode ser aplicado contanto, que as instruções contidas no rótulo da embalagem sejam seguidas à risca ou ainda melhor, que o serviço seja efetuado por um profissional da área de controle de pragas. Nunca deixar a pele exposta ao inseticida, lembrando de utilizar luvas de nitrila (próprias para o manuseio de inseticidas) e botas de borracha grossa e de cano alto.

Como controle alternativo sugere-se jogar água sanitária misturada à água de torneira numa concentração de 10%. Como exemplo: Para cada litro de água, 100 mL de água sanitária.

A solução de água sanitária deve ser jogada em abundância sobre os ninhos, encharcando-os. Dois dias após a aplicação rever o local para verificar se o controle foi satisfatório. Se necessário, realizar nova aplicação.

Uma dica: jogar a solução de água sanitária logo no início da manhã ou ao entardecer. Durante o dia, a sol pleno, o gramado e plantas ao redor onde foi jogada a solução ficam amarelecidos e com aspecto ruim.

Formiga Saúva

Formiga Cortadora

Classe: Insecta
Ordem: Hymenoptera
Família: Formicidae
Nome científico: Atta spp.
Nome vulgar: Formiga Saúva

ABRIGOS

– Gramados
– Canteiros
– Calçadas
– Praças
– Jardins

Algumas providências podem ser tomadas para proteger as plantas do ataque de formigas cortadeiras, como por exemplo, o uso de um cone invertido, de qualquer material resistente (borracha, plástico ou lata) preso ao tronco da planta. Passa-se graxa na parte interna do cone impedindo assim a subida das formigas no vegetal.

A crença de passar cal no tronco das árvores para impedir a subida de formigas e outros insetos é infundada, além de deixar o ambiente visualmente poluído. Deve-se ainda, realizar o plantio de plantas sabidamente não atraentes para as formigas cortadeiras, principalmente naquelas regiões onde estas espécies são muito abundantes. Uma pesquisa com o pessoal local é bastante proveitosa. A preocupação com a utilização de plantas adequadas à região também é importante.

DOENÇAS TRANSMITIDAS E PATÓGENOS VEICULADOS:

– Bactérias
– Vírus
– Infecções

MÉTODOS DE CONTROLE

Iscas formicidas, pós-secos, termonebulização, etc.

Lacraia

Classe: Chilopoda
Nome vulgar: Lacraia, centopéia, escolopendra

As lacraias possuem veneno, o qual utilizam para paralisar a presa, geralmente pequenos insetos. Alguns gêneros de lacraias costumam ocasionar acidentes com maior freqüência no homem.
O indivíduo acidentado sente dor localizada intensa e a evolução da picada depende da sensibilidade da vítima ao seu veneno.

ABRIGOS

– Jardins;
– Folhas;
– Cascas de árvores;
– Locais úmidos;
– Eventualmente, dentro de residências.

PREVENÇÃO

– Utilização de luvas de raspas de couro ao trabalhar no jardim;
– Utilização de ralos protetores;
– Manter o terreno sempre limpo e roçado;
– Fechar frestas em muros e paredes;
– Examinar roupas e toalhas antes de manuseá-las.

Lagarta

Classe: Insecta
Ordem: Lepidoptera
Família: diversas
Nome vulgar: Lagarta

As Lagartas são a fase jovem das borboletas e mariposas. Causam danos em diversas plantações. Algumas lagartas broqueiam madeira, isto é, fazem galerias dentro do tronco e ramos. Outras são urticantes.

ABRIGOS

– Jardins;
– Folhas;
– Árvores;
– Alimentos armazenados.

PREVENÇÃO

Nos alimentos armazenados – verificar a procedência dos alimentos e não estocá-los por períodos prolongados;

Nos jardins – retirar as posturas de borboletas e mariposas

Lesma

Classe: Gastropoda
Família: Várias
Nome vulgar: Lesma

Estes animais costumam aparecer quando o tempo está fresco (não ensolarado) e úmido. Quando estas circunstâncias permanecem, a população de lesma pode aumentar. A maioria das espécies de lesmas são adultos quando o inverno acaba, colocando seus ovos no começo da primavera. Os ovos são colocados no solo e chocam em aproximadamente 12 dias, e no começo, as lesmas se alimentam de parte do próprio ovo, de depois se move para as plantas. O sucesso destes estágios determinará o tamanho da população no verão. Quando as circunstâncias estiverem frescas e úmidas, os mais jovens sobreviverão, pois tem poucos predadores naturais.

ABRIGOS

– Jardins
– Sob folhas
– Hortas

PREVENÇÃO E CONTROLE

Colocar cascas de legumes e folhas de verdura sobre um jornal ao anoitecer. Durante a noite as lesmas serão atraídas para o alimento e logo ao nascer do sol deve-se retirar o jornal com as lesmas e matá-las;

Pano ou estopa embebidos em cerveja também são um bom atrativo para lesmas. O procedimento é o mesmo do jornal com legumes e verduras.

Realizar catação manual.

Marimbondos

Características

– Tamanho: 10-15mm
– Coloração: Variada
– Reprodução: Sexuada
– Alimentação: Insetos e outros artrópodes

ABRIGO

Seus ninhos são encontrados presos a galhos, sob telhados ou qualquer outro local protegido, e até mesmo no chão.

PREVENÇÃO

Recomenda-se pegar um saco plástico (não muito fino), emborque o ninho dentro segurando com as 2 mãos (para não escapar nenhuma vespa) e corte o cabinho que liga o ninho a parede. A boca do saco deve encostar bem na parede e cobrir o ninho todo. Feche bem a boca do saco plástico e leve o ninho para um local (mata) onde ele poderá sobreviver normalmente. Lembre-se que o IBAMA não permite que esses insetos sejam eliminados.

Mosca

Mosca-das-Frutas

Classe: Insecta
Ordem: Diptera
Família: Drosophilidae
Nome Científico: Drosophila spp.
Nome vulgar: mosca das frutas, mosca da banana

São pequena e geralmente encontradas na cozinha ou na dispensa. Estas moscas são ativas quase o ano todo, sendo mais encontradas no verão e outono.

As moscas das frutas são atraídas por frutas e vegetais, e algumas espécies também são atraídas por material orgânico que está deteriorando.

DOENÇAS TRANSMITIDAS E PATÓGENOS VEICULADOS:

– Vírus;
– Protozoários;
– Bactérias;
– Rickétsias;
– Febre tifóide;
– Diarréia;
– Conjuntivite;
– Lepra;
– Tuberculose;
– Gonorréia;
– Erisipelas;
– Cólera;
– Meningite cérebro-espinhal;
– Peste Bubônica;
– Varíola;
– Poliomielite, entre outras…

PREVENÇÃO E CONTROLE

Evitar deixar frutas muito maduras e matéria orgânica expostas.

Mosca-de-banheiro

Ordem: Diptera
Família: Psychodidae
Nome científico: Psychoda spp. e Telmatoscopus albipunctatus
Nome vulgar: mosca de banheiro, mosca dos filtros

Moscas pequenas e cinzentas. O adulto costuma voar não muito longe do local infestado, que geralmente é um ralo. As infestações mais freqüentes são nas tubulações dos encanamentos, em especial os que têm muito material orgânico. Geralmente é encontrada próximo ao ralo do chuveiro.

Os estágios imaturos das moscas de banheiro vivem na matéria orgânica acumulada no encanamento. As larvas alimentam neste material, e estão geralmente “enterradas” nele. O fato de estarem embaixo desses materiais, as tornam completamente resistentes aos métodos de controle químicos.

ABRIGOS

– Locais úmidos;
– Banheiros;
– Ralos.

PREVENÇÃO

– Colocar protetores de ralo como telas e ralos que abrem e fecham

DOENÇAS TRANSMITIDAS E PATÓGENOS VEICULADOS:

– Não existem registros de doenças transmitidas ao ser humano por estas mosquinhas.

MÉTODOS DE CONTROLE

– Retirar a tampa do ralo, escovar as paredes do encanamento e aplicar uma solução de água com sabão em pó a 10%.

– Água bem quente também pode ser aplicada.

Mosquito/Pernilongo

Ordem: Diptera
Família: Culicidae
Nome científico: vários
Nome vulgar: pernilongo, mosquito

Os mosquitos são de grande importância na saúde pública, pois podem transmitir várias doenças, como a febre amarela, dengue, malária, alguns tipos de encefalite, filariose, etc. São também grandes causadores de incômodo, sendo que muitas áreas de recreação deixam de ser utilizadas devido a presença destes insetos em determinadas épocas do ano. Dentre as espécies importantes de mosquitos estão as dos gêneros Culex, Aedes e Anopheles.

Os pernilongos do gênero Culex são comuns nas habitações. Algumas espécies podem, ocasionalmente, transmitir filarioses, encefalites e doenças febris. A espécie mais comum encontrada é Culex quinquefasciatus. Os pertencentes ao gênero Aedes são os pernilongos que transmitem a febre amarela e a dengue. As espécies mais comuns são Aedes aegipty e Aedes albopictus.

Os mosquitos também podem ser divididos em domésticos, semidomésticos e silvestres. Entre os domésticos, encontram-se os do gênero Aedes e Anopheles, que vivem nas residências urbanas, e suas larvas crescem nas águas paradas como vasos de flores, pneus velhos e calhas dos telhados.

Os semidomésticos entram nas habitações para alimentar-se de sangue. Abrigam-se em ocos de pau, sob folhas, nas frestas das paredes, etc. Eles só atacam o homem quando este invade as matas.

ABRIGOS

– Vegetações;
– Locais escuros dentro das residências.

PREVENÇÃO

– Retirar o pratinho debaixo do vaso ou se isto não for possível, colocar areia de forma que esta absorva a água parada.
– Não jogar lixo em terrenos baldios.
– Utilização de ralos protetores.
– Não acumular água em recipientes, pneus, garrafas, latas, etc.
– Não tenha plantas cultivadas diretamente na água, como arranjos florais, jibóias, paus d´água, entre outras
– Colocação de telas (20 mesh) nas janelas e portas, para prevenir a entrada de mosquitos dentro da residência.

DOENÇAS TRANSMITIDAS E PATÓGENOS VEICULADOS:

– Dengue;
– Febre Amarela;
– Filariose;
– Malária.

Pombo

Família: Columbidae
Nome vulgar: Pombo

ABRIGOS

Os pombos vivem em quase todos os tipos de ambientes, especialmente onde vive o homem.

PREVENÇÃO

– Evitar alimentar os pombos;

– Consertar falhas em estruturas que permitam a nidificação dos pombos;

– Vedar as bordas entre os telhados e a laje para impedir o acesso dos pombos nos espaços;

– para impedir que os pombos pousem nos parapeitos de janelas, esticar um ou mais fios de “nylon”, presos por ganchos, nas bordas laterais das paredes que circundam o parapeito. Estes fios devem estar a uma altura de aproximadamente 10 cm do parapeito;

– pombos não gostam de pousar em superfícies inclinadas. Construir um parapeito com inclinação de mais ou menos 45o impede seu pouso;

– existem no mercado alguns equipamentos para impedir o acesso de pombos, muitos deles são importados.

DOENÇAS TRANSMITIDAS E PATÓGENOS VEICULADOS:

– Psitacose
– Criptococose
– Salmonelose
– Toxoplasmose

Também podem ter:

– Piolhos
– Ácaros
– Pulgas

PREVENÇÃO

– Evitar alimentar os pombos;
– Consertar falhas em estruturas que permitam a nidificação dos pombos;
– Vedar as bordas entre os telhados e a laje para impedir o acesso dos pombos nos espaços;
– Para impedir que os pombos pousem nos parapeitos de janelas, esticar um ou mais fios de “nylon”, presos por ganchos, nas bordas laterais das paredes que circundam o parapeito. Estes fios devem estar a uma altura de aproximadamente 10 cm do parapeito;
– Pombos não gostam de pousar em superfícies inclinadas. Construir um parapeito com inclinação de mais ou menos 45o impede seu pouso.

Pulga

Ordem: Siphonaptera
Família: Pulicidae
Nome vulgar: Pulga

ESPÉCIES

Existem cerca de 2.200 diferentes espécies e subespécies distribuidas por todo planeta (exceto Antártida). Citamos aqui as principais:

Pulex

– No mundo 6 espécies, no Brasil 1 espécie P. irritans
– Pulga do homem
– Pode sugar outros hospedeiros, como suínos, cães e gatos, raramente no rato.

Ctenocephalides

No mundo 12 espécies, no Brasil 2 espécies C. canis e C. felis felis
Ctenocephalides canis

– Pulga do cão e do gato
– Pode picar o homem e outros animais.

Ctenocephalides felis felis

– Pulga do cão e do gato
– Atacam ao homem e a uma série de outros animais: caprinos, bovinos, ovinos, suínos, etc.

Xenopsylla

– No mundo 77 espécies, no Brasil 2 espécies Xenopsylla cheopis e Xenopsylla brasiliensis

Xenopsylla cheopis

– Pulga do rato urbano
– Principal vetor da peste bubônica e do tifo murino
– Podem picar o homem

Xenopsylla brasiliensis

– Pulga de roedores
– Mais freqüente na área rural
– Excelente vetor da peste bubônica

PREVENÇÃO

– Manter sempre limpo o local onde seu animal dorme, removendo e lavando todos os objetos (panos, cobertores, etc.) uma vez por semana.

– Em ambientes com piso de tacos ou tábuas, todos os vãos existentes devem ser calafetados, uma vez que podem servir de abrigo para pulgas no ambiente.

– Tapetes carpetes e capachos devem ser aspirados para a remoção dos ovos, larvas, casulos e adultos de pulgas.

– As casas devem ser limpas pelo menos uma vez por semana, com o auxílio de um aspirador de pó. IMPORTANTE: Descarte o filtro do aspirador após a limpeza, pois as larvas das pulgas podem eclodir dos ovos coletados pelo aspirador ou pulgas adultas podem emergir de suas pupas e re-infestar o ambiente.

– Pode a grama e faça a limpeza periódica de quintais e jardins para evitar ambientes úmidos e adequados para o desenvolvimento das larvas.

– Faça o controle de roedores no terreno da residência, pois estes são hospedeiros de pulgas que transmitem doenças.

DOENÇAS TRANSMITIDAS E PATÓGENOS VEICULADOS:

– Peste Bubônica;
– Dermatite Alérgica;
– Tularemia;
– Salmonelose;
– Viroses;
– Bactérias.

MÉTODOS DE CONTROLE

– O controle da pulga em casa começa com o tratamento do animal, tratando-se então a casa e os locais onde vive e circula o animal. Ambas as etapas têm que ser executadas e têm que ser feitas juntas, ou ao menos o animal de estimação deve ser tratado primeiramente.

Para o animal de estimação há alguns produtos muito eficazes no controle de pulga. O animal de estimação ou os animais de estimação devem ser tratados primeiramente antes que você possa livrar a casa das pulgas.

Mantenha a casa limpa e aspirada. Aspirar o tapete pode somente ajudar remover os ovos que as pulgas no animal de estimação deixaram cair, e talvez algumas larvas.

O controle efetivo se fará através da lavagem dos tapetes, visto que as larvas e adultos de pulgas se afogam facilmente ou ainda, através da aplicação de inseticidas indicados para o controle de pulgas.

Para controlar a presença de pulgas na área externa da casa (quintal e gramados) você poderá pulverizar inseticidas ou simplesmente molhá-la bem, já que as larvas da pulga são afogadas facilmente.

Roedores

Camundongo

Ordem: Rodentia
Nome científico: Mus musculus
Nome vulgar: Camundongo

ABRIGOS

– Motores de freezer, geladeira, máquinas;
– Frestas na alvenaria e gabinetes em cozinhas;
– Materiais entulhados ( madeira, papel);
– Depósitos de alimentos;

PREVENÇÃO

– Evitar acúmulo de materiais;
– Inspeções periódicas em depósitos e armários embutidos;

DOENÇAS TRANSMITIDAS E PATÓGENOS VEICULADOS:

– Leishmaniose;
– Peste Bubônica;
– Leptospirose;
– Febre hemorrágica;
– Sarna;
– Micoses, entre outras…

MÉTODOS DE CONTROLE

– Utilização de ralos protetores.

Morcego

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Chiroptera

 

CURIOSIDADES SOBRE OS MORCEGOS
Mamífero da ordem Chiroptera, os morcegos no Brasil também são chamados pelos índios de andirá ou guandira. São pelo menos 1 116 espécies, que possuem uma enorme variedade de formas e tamanhos, que podem ter uma envergadura de cinco centímetros a dois metros, uma enorme capacidade de adaptação a quase qualquer ambiente e uma ampla diversidade de hábitos alimentares. Se existe algum fator “legal” no místico morcego, é o fato de ter servido de inspiração para um dos personagens de ficção mais famosos de todos os tempos, o Batman!

Locais mais preferidos pelos morcegos urbanos e peri-urbanos:

  • Casas – forros (caibros, linhas, paredes), sótãos e porões, frestas na paredes e marquises.
  • Armazéns fechados.
  • Garagens.
  • Igrejas.
  • Túneis e bueiros.
  • Silos.
  • Pontes.
  • Poços de água (cacimba e cisternas).
  • Árvores próximas (folhagens, ocos e galhos).

As espécies que se alimentam de sangue. Os morcegos vampiros realizam um corte na pele do animal, com o auxílio dos incisivos e caninos. Com a ferida aberta, a saliva deste morcego é anticoagulante e permite que o sangue flua e o animal se alimente. Até 200 gramas são perdidas, mas o morcego só se alimenta de 15 gramas.

Ao detectar o ataque a animais domésticos, você deve procurar o veterinário o mais rápido possível. Lembre-se que qualquer mamífero pode transmitir raiva.

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